18 de junho de 2007

Não desisto nunca.

Sou tupiniquim e filho de Yemanjá

Herdeiro de uma coroa abandonado num ventre negro

Tornei-me um forte caboclo de cabelos pretos escorridos

Aprendi o que comer mesmo sem o quê

De tantas histórias filho meu não fica sem dormir

Ganhei!

E de diversas culturas sou e serei.

Gustavo Paiva Queiroz

Um comentário:

Kiprokó disse...

é guga.... poesias de lá e de cá que tal?

as coisas vão bem por aqui, né?


yemanjá e abaluaê e tal, sempre salvam
passa lá!